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O cancro do cólon e reto é frequente?

Sim, o cancro do cólon e reto (CCR) é muito frequente em Portugal, sendo uma das principais causas de morte por tumor maligno.

Quem está em risco?
O CCR afeta homens e mulheres, podendo surgir em qualquer idade.

Quais são os fatores de risco?

  • Idade >50 anos;
  • obesidade;
  • dieta rica em gorduras, fritos, açúcar, carnes vermelhas, carnes processadas e pobre em fruta, legumes e hortaliças; bebidas alcoólicas em excesso;
  • tabagismo;
  • sedentarismo.
  • Os doentes com doença inflamatória intestinal, história pessoal de pólipos intestinais, história familiar de pólipos ou cancro do intestino devem seguir as recomendações específicas sobre os
    exames a realizar.

Como surge o CCR?
A maioria resulta da transformação de um pólipo benigno (adenoma). No entanto, só um em cada dez adenomas se transformará em cancro. Este é um processo lento, demorando vários anos.

Quais os sintomas do CCR?
Frequentemente não causa quaisquer sintomas. Os sintomas mais frequentes são perda de sangue (inicialmente não percetível) ou alteração do funcionamento habitual do intestino (diarreia e/ou obstipação em quem não costuma ter).

O CCR pode ser prevenido?
Sim! O rastreio permite a identificação de pólipos e a sua remoção, contribuindo para a prevenção eficaz do CCR.

Em que consiste o rastreio?
Todos os utentes entre os 50 e os 74 anos, sem sintomas e sem fatores de risco acrescido devem realizar uma pesquisa de sangue oculto nas fezes (PSOF) anual, prescrito pelo seu médico de família. A PSOF é um teste simples, indolor e não invasivo. Se a PSOF for negativa, deve ser repetida anualmente. Se a PSOF for positiva, é necessário esclarecer o porquê de estar com vestígios de sangue nas fezes pelo que a colonoscopia está recomendada. Se através desta, for detetado cancro, será encaminhado para o hospital.

CategoryOncologia
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